Acordar na falésia

Era tudo uma experiência nova. Acordamos cedo e a primeira coisa que fomos fazer foi ver a paisagem e o mar. O que encontramos é ainda mais esplêndido do que tínhamos imaginado. Estava uma outra caravana estacionada próximo e uma ou duas um pouco mais afastadas. Não há praia, mas o mar é muito próximo, Exploramos todos os recantos e caminhos existentes, um edifício antigo, junto ao mar que tornava a paisagem idêntica ao cenário de um filme.
Após almoçar decidimos mudar de paragem para ir a uma praia próxima, algo que se veio a revelar uma péssima ideia para um domingo à tarde. Valeram as paisagens da serra da Arrábida, pois as praias mais emblemáticas estavam lotadas e o transito caótico. Tentamos ir ao Portinho da Arrábida, mas além de próximo da praia a policia nos pedir para voltar para trás, teríamos de estacionar a vários km’s da praia o que não é fácil com uma criança de 4 anos, e ainda mais, encontrar espaço para estacionar o veículo com quase 6 metros de cumprimento e mais de 3 metros de altura. Desistimos e partimos a uma outra hipótese, a praia da Figueirinha. O cenário não foi muito diferente, a praia é muito bonita, a imagem de um autentico paraíso, mas como o areal é pequeno estava muito cheio e além disso não conseguimos arranjar estacionamento. Seguimos viagem, para uma qualquer praia ali próxima, acabamos por parar na praia de Albarquel, uma praia simples, na fóz do Sado, mas deu para dar um mergulho e comer um gelado.
Contávamos partir neste dia para costa Alentejana, mas como que riamos explorar também um pouco Setúbal, mudamos de ideias e decidimos, ao final do dia, ir estacionar à praia do Meco. A grande vantagens de andar com a casa às costas, não temos horários para chegar ou ir embora o que nos permite alterar os planos sempre que nos apetece.
Chegamos, fomos dar uma espreitadela à praia, jantamos e fomos dormir…

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